E porque a internet e o comando da tv devem ser das invenções mais úteis do ser humano pensei usar a internet como via de escape daquilo que é característico em mim: overdose de emoções.
E lá vamos…
Quem é que já sentiu que tem uma visão particular, ou direi peculiar, do mundo?
E aqueles dias em que, como diz o ti Rui, “parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar”?
E quando o nosso cérebro parece que roda e roda e roda e roda feito peão accionado pela linha da vida… Da vida das relações humanas… Haverá assunto mais complexo?
Penso que seria apropriado um workshop como tema “Como entender o seu semelhante?”, sim porque há workshops sobre tudo porque não sobre o que realmente faz tudo girar?
Quando me confronto com o eterno dilema de tentar decifrar as pessoas (afinal o que pensam sobre a vida, sobre nós) lembro-me de quando comecei a tirar carta de condução…
-E agora tem de ter as mãos nesta exacta posição, tem de estar atenta à sua dianteira, atenta aos sinais… Ah menina também tem de controlar tudo pelos espelhos, esteja atenta aos outros condutores, esteja atenta aos peões…
-Eih sr. Instrutor já agora explique-me primeiro como é que eu ponho o carro em andamento…
Eu era muito nabiça quando fui tirar carta…
E era uma actividade intensa “aih como é que vou conseguir olhar para todos os lados ao mesmo tempo e ainda conduzir”. Entretanto tudo muda… Dá para conduzir com uma mão, mandar mensagens com a outra e ainda mexer no rádio quando não se precisa segurar o volante…
Mas e as relações humanas quando é que se simplificam?
Quando vivemos numa ilha deserta e temos amigos imaginários que nunca agem de forma inesperada… Sinto-me tentada a experimentar…
Mas enquanto arranjamos os bilhetes eu e a Ícaro vamos dando noticias…
Sim porque isto é uma introdução ainda só falei de relações humanas no geral quando começar a falar de entender o sexo masculino…uih..Medo!
Calimero
E lá vamos…
Quem é que já sentiu que tem uma visão particular, ou direi peculiar, do mundo?
E aqueles dias em que, como diz o ti Rui, “parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar”?
E quando o nosso cérebro parece que roda e roda e roda e roda feito peão accionado pela linha da vida… Da vida das relações humanas… Haverá assunto mais complexo?
Penso que seria apropriado um workshop como tema “Como entender o seu semelhante?”, sim porque há workshops sobre tudo porque não sobre o que realmente faz tudo girar?
Quando me confronto com o eterno dilema de tentar decifrar as pessoas (afinal o que pensam sobre a vida, sobre nós) lembro-me de quando comecei a tirar carta de condução…
-E agora tem de ter as mãos nesta exacta posição, tem de estar atenta à sua dianteira, atenta aos sinais… Ah menina também tem de controlar tudo pelos espelhos, esteja atenta aos outros condutores, esteja atenta aos peões…
-Eih sr. Instrutor já agora explique-me primeiro como é que eu ponho o carro em andamento…
Eu era muito nabiça quando fui tirar carta…
E era uma actividade intensa “aih como é que vou conseguir olhar para todos os lados ao mesmo tempo e ainda conduzir”. Entretanto tudo muda… Dá para conduzir com uma mão, mandar mensagens com a outra e ainda mexer no rádio quando não se precisa segurar o volante…
Mas e as relações humanas quando é que se simplificam?
Quando vivemos numa ilha deserta e temos amigos imaginários que nunca agem de forma inesperada… Sinto-me tentada a experimentar…
Mas enquanto arranjamos os bilhetes eu e a Ícaro vamos dando noticias…
Sim porque isto é uma introdução ainda só falei de relações humanas no geral quando começar a falar de entender o sexo masculino…uih..Medo!
Calimero
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